"...se eu fosse desse planeta, se me adaptasse às tendências, se me inserisse nos contextos da social subsistência, se não tivesse experiência, se rodasse na moda, rolasse com a roda, não seria mais que um produto, do que mais um modelo daquilo contra o que sempre luto.”
Alexandre Revoredo
Hoje, recriei o mundo,
delimitei as medidas que não lhe cabiam,
tracei distancias entre o certo e o lógico,
o erro e o acaso,
acusei os limites nas estradas curvas da razão,
curvas sinuosas,
atribuí peso ao amor,
mal me segurei em pé,
abreviei as capacidades da memória,
subtraí da alma a experiência
delimitei as medidas que não lhe cabiam,
tracei distancias entre o certo e o lógico,
o erro e o acaso,
acusei os limites nas estradas curvas da razão,
curvas sinuosas,
atribuí peso ao amor,
mal me segurei em pé,
abreviei as capacidades da memória,
subtraí da alma a experiência
dando conta do que se foi aprendido,
apreendido,
mostrei os efeitos dos tapas da vida
e os desdéns da indiferença,
a carcinosidade do orgulho
e a inexplicabilidade da crença.
Descobri que o tamanho das coisas
não está nos olhos,
mas em nossa cabeça.
Alexandre Revoredo
apreendido,
mostrei os efeitos dos tapas da vida
e os desdéns da indiferença,
a carcinosidade do orgulho
e a inexplicabilidade da crença.
Descobri que o tamanho das coisas
não está nos olhos,
mas em nossa cabeça.
Alexandre Revoredo

